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25 de Agosto de 2019
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    Mangaratiba (RJ)tem quatro candidatos a prefeito

    Tribunal Superior Eleitoral
    há 9 anos

    Quatro candidatos entraram com pedido de registro na 54ª Zona Eleitoral de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, onde 25.787 eleitores voltarão às urnas no dia seis de fevereiro para escolha de um novo prefeito. São eles: José Luiz Figueiredo Freijanes (PMDB), que tem como candidato a vice-prefeito Gilmar Abrahão da Silva; Gustavo Adolpho da Rocha Busse (PSDB), cujo postulante a vice-prefeito é José Carlos Simões; Evandro Bertino Jorge (Coligação Renova Mangaratiba, formada por PR, PSL, PC do B,PHS, PRB e PT), acompanhado na chapa pelo vice Jorge Luiz Simões Alcântara; e Ruy Tavares Quintanilha (Coligação Por uma Mangaratiba com mais Saúde, integrada pelo PV, PSB e PT do B), que traz como candidato a vice Marcos Antonio da Silva Santos.

    Estão aptos a votar os eleitores que se inscreveram ou fizeram a transferência do título até o dia oito de setembro de 2010. A segunda via do título poderá ser retirada na zona eleitoral até cinco de fevereiro, véspera do pleito.

    Calendário

    Todos os pedidos de registro devem ser julgados pelo juízo da 54ª ZE de Mangaratiba, bem como as respectivas decisões publicadas, até a próxima segunda-feira (17). Todos os recursos sobre os requerimentos de registro

    deverão ser julgados pelo TRE até o dia 3 de fevereiro. Essa é também a data limite para a propaganda política mediante comícios ou reuniões públicas e para a realização de debates.

    Às 22h do dia cinco, véspera do pleito, será encerrado o prazo para distribuição de material gráfico, bem como a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade, divulgando jingles ou mensagens de candidatos.

    Eleições

    As eleições suplementares de Mangaratiba vão acontecer devido à cassação, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, do prefeito Aarão de Moura Brito Neto e do vice-prefeito Marcelo Tenório da Cruz, reeleitos em 2008 com 64 % dos votos válidos. O motivo da cassação foi um fato ocorrido em sete de abril de 2008, último dia permitido pela legislação eleitoral para a revisão salarial de servidores públicos, tendo em vista o calendário eleitoral daquele ano.

    Na data mencionada, Aarão enviou à Câmara de Vereadores um projeto de reestruturação de cargos e salários que aumentava os vencimentos de 1.450 servidores municipais. Sancionada em 3 de julho, a Lei Complementar nº 6

    teve os benefícios alardeados durante a campanha eleitoral, com amplo apoio de alguns jornais locais. o prefeito Aarão Neto revogou a Lei que majorava o piso salarial dos servidores em 41,4% em 20 de outubro, 15 dias após ser reeleito.

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social TRE-RJ

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